Mães, copos e ano novo

Olá pessoas!

Mais uma vez passei longo tempo sem dar as caras no Coisas, mas não podia encerrar o ano de 2014 sem um último texto aleatório. O problema é que eu tenho tantas coisas sobre o que falar (como sempre) que acabo “perdendo o fio da meada” e nunca mais encontrando. Então, depois de receber umas fotinhos lindas da mãe de um irmão e falar sobre copos com meu sobrinho, sentei aqui em frente ao computador, com um chimarrão de um lado e o celular tocando Songs: Ohia de outro, e parti para a missão de encontrar palavras que consigam encerrar 2014 com propriedade.

São 16:33h do dia 29 de Dezembro, a poucos minutos o meu irmão Vinícius me mandou fotos da sua mãe em Gramado (ela está de férias e ele levou ela pra passear pela Serra Gaúcha), eu não mandei da minha pra ele porque ela tá de férias na Bahia, foi pra lá tem uma semana, pouco antes do Natal, o que deixou todos os corações aqui de casa na mão dela, pois esse é o primeiro ano que passamos as festas de final de ano tão longe. Ainda assim, estamos felizes em saber que ela está feliz e se divertindo demais. Então, apesar da ausência da pessoa mais importante da nossa casa, nosso Natal foi a tentativa de permanecermos unidos e felizes e acho que deu tudo certo… Apenas nós, irmãos, organizando a ceia ao som de nossa playlist especial de Natal e regados pelos tragos favoritos, claro, sem esquecer nenhum minuto da nossa rainha <3.

Falando em tragos, lembrei da história dos copos, quem conhece nossa casa e minha família vai perceber que temos problemas com copos. Nossos copos são um compilado de todos os restos de copos que foram sobrevivendo ao nosso massacre, sim, chacinamos todos, desculpa aí, mas não é intencional, é quase uma síndrome, uma doença genética, sei lá. Mas e daí? Qual o problema? Se pra se sentir feliz você precisar de uma mesa linda, com todos os pratos e copos iguais, sinto muito amigo mas você não sabe o que é felicidade. Você não sabe o que é ter uma mãe que quando você quebra um copo do jogo que ela comprou não tem uma semana, olha pra você com um sorriso e diz: “- Que bom, isso é sinal de sorte!” E, se você não tem essa mulher fazendo parte da sua vida diariamente, você não pode saber porque copos iguais na mesa não trazem felicidade. Copos, pratos, talheres, toalhas… quem se importa com isso? Eu tenho descoberto ao longo de meus 30 anos que quanto mais colorida for nossa mesa, mais alegria ela consegue refletir.

Então esse texto é muito mais sobre sorrir, sobre fazer as pessoas sorrirem, “chorar de rir” como minha família me faz tantas vezes. Em 2014 eu fiz o que me faz mais feliz, fiquei perto dos meus e espero que em 2015 ocorram mudanças, mas que elas jamais me afastem de casa. Ainda que eu vá, voltarei sempre.

P.S. 1: Faça sua mãe sorrir.

P.S. 2: Feliz 2015!

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