Cárcere privado

Em minha cela nenhum feixe de luz.

Estou enterrada,

Presa em minha própria armadilha controladora

que há tempos construí.

Prisioneira de mim

me faço exigências de libertação,

São tantas e tontas;

Desejos inalcançáveis, inexplicáveis e inúteis.

Sou eu a pior carcereira desse xadrez de damas

Me fazendo de vítima social e emocional,

rainha de um futuro apocalíptico.

Quando tudo que preciso fazer é abrir a porta.

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